Sóbrio

Há 30 dias eu escrevi neste blog minha decisão de parar de beber (One of my turns – 07 de novembro). Hoje volto para fezer um pequeno balanço dessa nova fase da vida.

De lá pra cá já houve um churrascão aqui em casa (aniversário da minha mãe), 5 reuniões ordinárias da Pasta Azul (happy hour do pessoal da SES todas as quintas em algum buteco), 1 reunião da CiB (happy hour de outro pessoal da SES às sextas) e um amigo oculto dos amigos da faculdade.

E o que aconteceu? Simples. Em todas essas ocasiões me diverti como há muito não fazia. Tive o prazer de conversar bastante, rir muito, falar muita bobeira, ouvir muita besteira, da mesma forma como sempre fiz. Com três diferenças: em todas os eventos, eu que divertira, e não o álcool; lembro-me de tudo o que disse e o que me foi dito; e, o principal, no dia seguinte nada de cabeça doendo, estômago embrulhado nem sono insurpotável.

Percebi também que a presença de amigos embriagados a minha volta não me incomoda nem um pouco.  Desde que não me encham o saco, hehehe.

E o melhor de tudo, mantenho-me firme na minha tradição de ser sempre um dos últimos a sair dos eventos. Assim foi nas 5 reuniões ordinárias da Pasta Azul, e o mesmo vale para o amigo oculto dos amigos da faculdade.

Portanto, tirei um conclusão óbvia: o que me interessa nas happy hours e nos demais eventos não é a bebida, mas sim as companhias.

Mando, pois, um recado para todos meus amigos, principalmente os companheiros de buteco: Não temam, meus caros. A não ingestão de bebidas alcoólicas não me mudou de forma significativa, apenas me melhorou.

Continuo contanto com o apoio de todos.

P.S: Vocês podem até duvidar, mas o sabor da cerveja sem álcool (aquelas de qualidade) não é tão ruim. Parei com o álcool, mas continuo fã de cerveja!!!!

6 Respostas para “Sóbrio

  1. Ei Alex,

    Em maio de 2007 tive que tomar uma decisão séria na minha vida: parar de fumar. Atualmente, acredito que a maioria das pessoas têm conhecimentos sobre os males que o cigarro pode causar e mesmo assim largar o vício é muito difícil.

    O cigarro, a bebida, bem como outras drogas trazem a – triste – ilusão de que aproximam as pessoas. Afinal, amigos compartilhando os mesmos hábitos tendem a fazer os mesmos programas.

    Mas com o passar do tempo – é inevitável – sentimos o efeito de certas substâncias em nossos organismos, em nossas mentes e em nosso ciclo social.

    Por esse motivo, pra conseguir largar o vício do cigarro tive que parar de ingerir bebidas alcoólicas (o vício muitas vezes está ligado a outros hábitos)e me afastar de alguns amigos (é praticamente impossível no início da abstinência não sentir “fissura” ao ver alguém fumando).
    Não vou dizer que foi fácil, mas foi fundamental!

    Hoje já não sinto vontade de fumar ao ver alguém fumando, na verdade o cigarro até me incomoda! Como perdi o hábito de beber, já não faço questão da “minha cervejinha sagrada” aos finais de semana e economizo muita grana em barzinhos – bebo 1 copo americano de cerveja e já estou alegrinha! E consigo conviver com pessoas que amo, independentemente de seus hábitos, sem ter me controlar o tempo todo para não cair em tentação.

    Já não acordo mais com ressaca (a de cigarro é pior que a de bebida), minhas roupas e meu cabelo não cheiram a cigarro, não tenho que me esforçar pra lembrar se falei muita besteira (agora eu tenho certeza!)…

    Enfim, minha vida mudou muito!
    Minha saúde está ótima!
    Minha família, amigos e os anos a mais que terei no futuro agradecem a mudança!

    Bjos pra vc!
    Tudo de bom!

  2. Fala, camarada!

    Como diria uma “celestial” colega da SES, que vc bem conhece: “Você tá feliz??? Se tá feliz, então tá bom!!!”…hehehe
    Não há temor, companheiro! Parece que o que mudou mesmo foi só o tamanho do seu cabelo… mas não conheço nenhuma evidência científica que associa ingestão de bebida alcóolica ao tamanho do cabelo…kkkkkkkkkk

    Abração!

  3. KKKKKKKK… “celestial” colega foi ótima!!!!!!

  4. Legal demais Alex, sério mesmo! Acho que as coisas são por aí mesmo. Eu sempre estive rodeada de bêbados e sempre me diverti muito, mesmo quando não bebo (grande maioria das vezes). Tem outra, se cansar da cerva sem álcool tem sempre a opção do Toddynho…rssss

    Bjão e é isso aí!!!!

  5. Até agora, o único problema da opção pela cerveja sem álcool é que não tenho economizado a grana que as pessoas que param de beber costumam economizar. Ô trem caro… acaba que entro no rateio da conta do bar em condições semelhantes aos que bebem. Fazer o que, né?

  6. Pingback: De volta à verdadeira cerveja « No Lado Escuro da Lua

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